Ensino aprendizagem

O processo de aprendizagem do ser humano é um fenômeno. Existem diversas teorias que já foram largamente estudadas, diversos nomes da ciência pedagógica que batizam métodos que são cantados em verso e prosa por “profissionais” da área. Teoria de Vigotsky, Auslus, Rogers, Piaget…

Em geral, toma-se contato com esses temas nos cursos de graduação de pedagogia ou nos cursos de licenciatura. São fórmulas que nos fazem crer que o ensino só está ruim porque nenhuma delas é levada em consideração no momento em que educadores e instituições sentam-se para planejarem seu ano letivo. E é justamente isso o que acontece.

A psicologia da aprendizagem estuda esses temas, mas eles são apenas teorias que quase nunca saem do papel e entram no mundo prático. Causou certa polêmica a reportagem da revista Veja que questionou diretamente o papel e qualidade da educação e dos professores no Brasil. Choveram caratas, artigos, posts em blogs, choro e ranger de dentes contra a opinião da revista que, resumindo, dizia: a educação é ruim e a culpa é dos profissionais envolvidos na preparação e dos próprios professores.

Não é necessária muita reflexão para sabermos que a reportagem está certa. É uma constatação. Se está errado, porque as crianças continuam odiando (sim este é o termo) ir para escola? Porque nas universidades alguns professores, que não planejam suas aulas, agem como se fizessem isso e permanecem durante 4 horas agindo como se estivessem lidando com crianças do ensino fundamental? Quantos professores montam mapas conceituais? Quando eles se apresentam aos alunos, deixam claro qual é a estratégia de aprendizagem a ser utilizada?

Essas questões se refletem no EaD. Algumas instituições estão tomando esse conceito como solução econômica, para reduzir custos, baratear mensalidades. Esses gestores educacionais estão enxergando nessa área uma oportunidade de incremento de receita e não uma possibilidade de reforçar seus conteúdos, aumentando a qualidade das disciplinas e conseqüentemente fortalecendo seus curriculuns.

Não é difícil colocar as estratégias e teorias em prática. Basta ter vontade. Basta querer. Motivar as pessoas seja para uma aula, seja para um simples treinamento é fundamental. O ser humano só aprende se conseguir ver sentido na aquisição para si daquela informação que ele irá processar e tronar em algo útil para sua evoulção. Despejar conteúdos e esperar que por si só as pessoas se interessem e se desenvolvam é “trabalho” para preguiçosos. Pensar nas estratégias, estudar os alunos ou treinandos e produzir aprendizagem significativa é o desafio. E aqui na aPrender nós respiramos isso.

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